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Debate Público discute situação de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais no Rio de Janeiro

November 13, 2017


Dezenas de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais do município participaram de um Debate Público, nesta quarta-feira (08), na Câmara do Rio, no intuito de formar uma Frente Parlamentar de valorização das duas categorias e sua atuação na rede pública e privada de saúde. O Debate foi conduzido pelo vereador Otoni de Paula (PSC).
Na mesa estiveram presentes o fisioterapeuta Renato Fernandes, a coordenadora Geral de Emergência da Secretaria Municipal de Saúde, Girlana Cícera, e os representantes das seguintes entidades: Denise Flávio, da Associação dos Fisioterapeutas do Brasil (AFB), Antunes Fonseca, do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado do Rio de Janeiro (CREFITO 2), Leonardo Brito, da Associação de Fisioterapeutas do Estado do Rio de Janeiro (AFERJ), Tatiana Serpa, da Associação de Empresas de Fisioterapia do Estado do Rio de Janeiro (AEFERJ), Noycla Duque, da Associação dos Terapeutas Ocupacionais do Estado do Rio de Janeiro (ATOERJ) e Wagner Bezerra, do Sindicato de Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Estado do Rio de Janeiro (SINFITO).
Tatiana Serpa trouxe dados alarmantes indicando que o usuário que precisa de fisioterapia no serviço público demora cerca de oito meses para conseguir o atendimento. "Nesse período, muitas vezes o paciente já tem patologia instalada e não consegue reverter o quadro. Fica mais difícil e oneroso reinserir o usuário no ambiente de trabalho". Ela explicou que a AEFERJ vai apresentar um projeto de parceira público-privada em que os profissionais da rede privada, cerca de 80% da categoria, dispõem-se a atender essa demanda reprimida.
Girlana Cícera explicou que a Secretaria de Saúde entende e valoriza a importância desses profissionais na reabilitação dos pacientes. "Apesar do Programa de Atenção Domiciliar do Ministério da Saúde não exigir, o fisioterapeuta está na equipe principal, pois a Secretaria Municipal entende que a reabilitação traz tremendo impacto para a qualidade de vida das pessoas". No entanto, reconheceu que o terapeuta ocupacional só está nas equipes secundárias, presentes apenas nos municípios com mais de 300 mil habitantes. Antunes Fonseca rebateu dizendo que o município do Rio de Janeiro tem autonomia para cumprir além das diretrizes indicadas pelo Ministério da Saúde do Rio de Janeiro "É inaceitável o Rio de Janeiro, município com essa dimensão e importância no país, querer ficar com as diretrizes mínimas".
O vereador Otoni de Paula sugeriu que os profissionais das duas categorias realizem dois atos públicos em frente à Câmara Municipal, um em novembro e o outro em fevereiro do ano que vem. O intuito é o de esclarecer a população e sensibilizar os parlamentares sobre a importância de valorizar as duas profissões, sobretudo na rede municipal de saúde.

 

 

 

 

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