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PARECER Nº 001/2018

Ementa: FISIOTERAPIA DOMICILIAR: MEDIDAS, TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO: USO DE INDICADORES DE INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL E DE FORÇA MUSCULAR COMO NORTEADORES DE UMA CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA AJUSTADA.

 

A AFIDERJ vem por meio deste parecer esclarecer aos profissionais da assistência domiciliar sobre as definições e critérios nas avaliações no domicílio utilizando as escalas funcionais, de força e de atividade de vida diária.

Tais preditores são de suma importância no cruzamento de dados entre função x força, de forma que possa dar melhor adequação no tratamento e objetivando um melhor resultado.

Aos profissionais de serviço de empresas de Fisioterapia Domiciliar, cabe a aplicação desses testes por meio de seus prestadores, supervisores, gestores, diretores de forma que possam conferir a evolução do tratamento, restabelecendo suas funções e podendo direcionar para uma rede referenciada. Todo atendimento deve conter um plano terapêutico com objetivos a serem alcançados, respeitando a fisiopatologia e seus prognósticos.

Esse parecer é para auxiliar no fluxo da assistência domiciliar em sua admissão e alta para a rede referenciada e continuidade no tratamento fisioterapêutico ambulatorialmente até sua alta total e seu restabelecimento.

 

Descreveremos abaixo os testes conforme encontrados na literatura para consulta dos profissionais e serem aplicados na rotina institucional e nos atendimentos “particulares”.

 

Tais preditores demonstram onde há alterações de força, amplitude de movimento e de suas atividades de vida diária. Essas medidas devem ser reavaliadas periodicamente para que se observe a evolução do tratamento e a recuperação de suas funções ao se cruzamento de dados colhidos. Por isso o profissional deve estar a parte dessas medidas para acompanhamento evolutivo dentro da assistência domiciliar.

 

MIF:

Sabe-se que a Medida de Independência Funcional (MIF) serve para avaliar capacidades funcionais de acordo com a independência do sujeito em realizá-las. É um tipo de avaliação que serve também para planejar um tratamento que atenda realmente as necessidades funcionais das pessoas. A versão brasileira de Medida de Independência Funcional (MIF) é usada como um norteador para um planejamento terapêutico, pois, analisa detalhes das atividades de vida diária quanto a parte motora e cognitivo que influenciam diretamente no tratamento.

 

Avalia-se nas categorias: CUIDADOS PESSOAIS, CONTROLE ESFINCTERIANO, MOBILIDADE / TRANSFERÊNCIAS, LOCOMOÇÃO, COMUNICAÇÃO, COGNITIVO SOCIAL.

Cada item é composto de sete pontuações, quanto menor o número maior será sua dependência funcional, quanto maior a pontuação indica maior independência funcional.

É importante ressaltar que o escore total da MIF é de 126 pontos e mínimo de 18 pontos, porém é possível obter três classificações que são as condições: sem ajuda (S.A.) – escores 7 e 6, necessitando de ajuda (N.A.) – escores 5, 4, e 3 e dependência completa (D.C.) – escores 2 e 1

7 (S.A.) Independência completa: toda tarefa que envolve uma atividade, é realizada de forma segura, sem modificações ou recursos auxiliares, dentro de um tempo razoável

6 (S.A.) Independência modificada: capaz de realizar tarefas com recursos auxiliares, necessitando de mais tempo, porém realiza de forma segura e totalmente independente

5 (N.A.) Supervisão: sujeito necessita somente supervisão ou comandos verbais ou modelos para realizar a tarefa sem a necessidade de contato ou a ajuda é somente para preparo da tarefa quando necessário

4 (N.A.) Mínima assistência: necessita uma mínima quantidade de assistência, um simples tocar, possibilitando a execução da atividade (realiza 75% do esforço necessário na tarefa)

3 (N.A.) Moderada assistência: necessita uma moderada quantidade de assistência, mais do que simplesmente tocar, (realiza 50% do esforço necessário na tarefa)

2 (D.C.) Máxima assistência: utiliza menos que 50% do esforço necessário para completar a tarefa, mas não necessita auxílio total.

1 (D.C.) Total assistência: assistência total é necessária ou a tarefa não é realizada. Utiliza menos que 25% do esforço necessário para realizar a tarefa.

 

BARTHEL:

O Índice de Barthel pertence ao campo de avaliação das atividades da vida diária (AVD’s) e mede a independência funcional no cuidado pessoal, mobilidade, locomoção e eliminações. Na versão original, cada item é pontuado de acordo com o desempenho do paciente em realizar tarefas de forma independente, com alguma ajuda ou de forma dependente. Uma pontuação geral é formada atribuindo-se pontos em cada categoria, a depender do tempo e da assistência necessária a cada paciente. A pontuação varia de 0 a 100, em intervalos de cinco pontos, e as pontuações mais elevadas indicam maior independência.

A versão utilizada avalia a independência funcional em dez tarefas: alimentação, banho, vestuário, higiene pessoal, eliminações intestinais, eliminações vesicais, uso do vaso sanitário, passagem cadeira-cama, deambulação e escadas. A classificação em cada tarefa está descrita na elaboração original do instrumento, conforme as descrições a seguir.

A avaliação da atividade "Alimentação" relaciona-se ao ato de dirigir a comida do prato (ou similar) à boca, à capacidade de usar qualquer talher, bem como comer em tempo razoável. Idosos que requeriam auxílio foram classificados como "necessitando de ajuda", e aqueles que não conseguiam levar a comida do prato à boca foram definidos como "dependentes".

"Banho" refere-se ao uso de chuveiro ou banheira e ao ato de se esfregar em qualquer uma dessas situações. Foram classificados como "dependentes" todos os idosos que necessitavam de qualquer auxílio de outra pessoa nessa função.

Para avaliar a função "Vestuário" considera-se o ato de pegar as roupas no armário, bem como o ato de se vestir. Como roupas, compreendem-se roupas íntimas, roupas externas, fechos e cintos. Calçar sapatos é excluído da avaliação. Idosos que precisavam de auxílio, mas que conseguiam realizar pelo menos a metade das tarefas em tempo razoável recebiam a designação "necessitando de ajuda". Se não conseguiam cumprir essa condição, eram considerados "dependentes".

A avaliação da atividade "Higiene pessoal" relaciona-se à capacidade de lavar o rosto, as mãos, escovar os dentes e barbear-se sem necessitar de ajuda. Foram considerados "dependentes" os idosos que necessitavam de qualquer auxílio de outra pessoa em qualquer um dos casos.

A função "Eliminações intestinais" refere-se à ausência de episódios de incontinência. Foram considerados "continentes" os idosos que, além de não apresentarem perda involuntária de fezes, conseguiam fazer uso de supositórios ou enemas sozinhos, se necessário. Quando necessitavam de ajuda ou aconteciam episódios ocasionais de incontinência fecal, a classificação era de "incontinência ocasional".

Na avaliação da função "Eliminações vesicais", considera-se continente quem não apresenta episódios de perda involuntária de urina e é capaz de lidar sozinho com a sonda vesical. Foram classificados como "incontinente ocasional" os idosos que apresentavam episódios esporádicos ou que não conseguiam lidar sem ajuda com sondas e outros dispositivos.

A função "Uso do vaso sanitário" é avaliada pela facilidade no uso do vaso sanitário para excreções, assim como para arrumar as próprias roupas e limpar-se. Idosos que precisavam de auxílio para manter o equilíbrio ou para se limpar receberam a designação "necessitando de ajuda". Dependentes eram aqueles que recebiam auxílio direto de outra pessoa ou que não desempenhavam a função, bem como os que utilizavam "papagaios" ou "comadres".

A função "Passagem cadeira-cama" é avaliada pelo movimento necessário no deslocamento da cama para a cadeira e vice-versa. Foram classificados em "ajuda mínima" os idosos que requeriam supervisão ou apoio para efetuar a transferência. "Grande ajuda" era utilizada para designar os que conseguiam sentar-se, mas necessitavam de assistência total para a passagem. Dependentes eram os que não conseguiam sentar-se e incapazes de colaborar durante as transferências.

Para avaliar a "Deambulação", considera-se "independente" a pessoa capaz de caminhar sem ajuda por até 50 metros, ainda que com apoio de bengala, muleta, prótese ou andador. Em "ajuda" são classificados aqueles que podem caminhar até 50 metros, mas necessitam de ajuda ou supervisão.

A independência na função "Escadas" diz respeito à capacidade de subir ou descer escadas sem ajuda ou supervisão, ainda que haja necessidade de dispositivo como muleta ou bengala, ou apoio no corrimão. "Ajuda" refere-se à necessidade de ajuda física ou de supervisão, ao descer e subir escadas.

Pontos : Âmbito da avaliação

Alimentação

10 Independente: capaz de utilizar qualquer instrumento necessário alimenta-se em um tempo razoável, capaz de cortar o alimento, usa temperos, passa manteiga no pão, etc., sozinho.

5 Necessita de ajuda: por exemplo, para cortar o alimento, passar manteiga no pão, etc.

0 Dependente: necessita ser alimentado.

 

Banho

5 Independente: capaz de lavar-se por inteiro, usando o chuveiro ou banheira, permanecendo em pé e se ensaboando com a esponja por todo o corpo. Inclui entrar e sair do chuveiro/banheira sem a necessidade de uma pessoa presente.

0 Dependente: necessita de alguma ajuda.

 

Vestir-se

 

10 Independente: capaz de vestir-se e arrumar-se na roupa. Amarra os sapatos, abotoa os botões, etc. Coloca coletes e cintas inguinais.

5 Necessita de ajuda: faz metade das tarefas em um tempo razoável.

 

0 Dependente: incapaz de arrumar-se, sem assistência maior.

 

Asseio pessoal

 

5 Independente: realiza todas as tarefas (lavar as mãos, rosto, cabelo, etc.). Inclui barbear-se e escovar os dentes. Não necessita de nenhuma ajuda. Inclusive pluga o barbeador elétrico na tomada se for o caso.

 

0 Dependente: necessita de alguma ajuda.

 

Evacuação

10 Continente: nenhum acidente; se necessita de enema ou supositórios pode fazer por si mesmo.

5 Acidente ocasional: raro (menos de uma vez por semana), ou necessita de ajuda com supositório.

 

0 Incontinente.

 

Micção

 

10 Continente: nenhum acidente: seco durante o dia e a noite. Capaz de usar qualquer dispositivo (cateter). Se necessário, será capaz de trocar a bolsa coletora de urina.

 

5 Acidente ocasional: menos de uma vez por semana. Necessita ajuda com fraldas.

 

0 Incontinente.

Uso do vaso sanitário

10 Independente: entra e sai sozinho. É capaz de tirar e colocar as roupas, limpar-se e prevenir manchas nas roupas, esvaziar e limpar a comadre. Capaz sentar-se e levantar-se sem ajuda ou pode usar barras de suporte.

5 Precisa de Ajuda: necessita de ajuda para manter-se em equilíbrio, limpar-se ou tirar a colocar e roupa.

0 Dependente: incapaz de manejar-se sem assistência maior.

Transferência da cama para a cadeira/poltrona

15 Independente: não necessita de ajuda. Se utilizar cadeira de rodas, faz de forma independente.

10 Mínima ajuda: inclui supervisão verbal e pequena ajuda física (por exemplo, oferecido (a) pelo (a) cônjuge).

5 Grande ajuda: capaz de sentar-se sem ajuda, mas necessita de muita assistência para sair da cama.

0 Dependente: necessita de apoio completo para levantar-se com a ajuda de duas pessoas. Incapaz de permanecer sentado.

Deambulação

15 Independente: pode utilizar qualquer tipo de auxiliar para marcha (próteses, bengalas, muletas, etc.) exceto andador. A velocidade não é importante. Pode caminhar pelo menos 50 metros ou equivalente sem supervisão ou ajuda.

10 Necessita de ajuda: supervisão verbal ou física, incluindo instrumentos ou outras formas de ajuda para permanecer de pé. Deambula por 50 metros.

5 Independente em cadeira de rodas: impulsiona sua cadeira de rodas pelo menos 50 metros. Vira a cadeira em cantos apenas.

0 Dependente: requer ajuda maior.

Degraus

10 Independente: capaz de subir/descer um andar com escadas sem ajuda ou supervisão mesmo utilizando o corrimão ou outros instrumentos de apoio.

 

5 Necessita de ajuda: supervisão verbal ou física.

 

0 Dependente: necessita de ascensores (cadeira elevador), não pode subir degraus.

Total: Soma simples do resultado de cada item.

 

 

Pontuação: 100- 0 Ponderação

Dependência total: pontuação menor de 20

Dependência grave: pontuação de 20 a 35

Dependência moderada: pontuação de 40 a 55

Dependência leve: pontuação igual ou >maior de 60

 

MRC:

ESCORE DO MEDICAL RESEARCH COUNCIL (MRC) PARA AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR MANUAL:

Movimentos avaliados Graus de força Descrição: Abdução de ombro, Flexão de cotovelo, Extensão de punho, Flexão de quadril, Extensão de joelho, Dorsiflexão de tornozelo.

Escore para avaliar o MRC: 0 Nenhuma contração visível, 1 Esboço de contração,2 Sem movimentos contra a gravidade, 3 Movimento ativo contra a gravidade, 4 Movimento ativo contra a resistência, 5 Movimento vence a máxima resistência

Um escore total abaixo de 48/60 designa fraqueza significativa, e escore total MRC abaixo de 36/48 indica fraqueza grave.

KATZ:

Outro Index de atividade de vida diária para avaliação que sugerimos é o Katz, por sua ampla utilização e facilidade na aplicação.

 

Banho:

  • Não recebe assistência,

  • Recebe assistência no banho somente para uma parte do corpo (costa e pernas)

  • Recebe assistência para mais de uma parte do corpo

 

Vestir:

  • Pega as roupas e se veste completamente sem assistência

  • Pegas as roupas e se veste sem assistência, exceto para amarrar os sapatos.

  • Recebe assistência para pegar as roupas ou para vestir-se ou permanece parcial ou totalmente despido.

Ir ao banheiro:

  • Vai ao banheiro, higienizar-se e se veste após as eliminações sem assistência (Pode utilizar objetos de apoio como bengala, andador, barras de apoio ou cadeira de rodas)

  • Recebe assistência para ir ao banheiro ou para se higienizar, se vestir após as eliminações ou para usar urinol a noite.

  • Não vai ao banheiro para urinar ou evacuar.

Transferência:

  • Deita e levanta da cama e cadeira sem assistência (Pode utilizar andador, bengala ou objetos de apoio)

  • Deita e levanta da cama e cadeira com auxílio

  • Não sai da cama

Continência:

  • Tem controle sobre as funções de urinar e evacuar.

  • Tem acidentes ocasionais, perda urinaria ou fecal.

  • Supervisão para controlar urina e fezes, utiliza cateterismo ou é incontinente

 

Alimentação:

  • Alimentação sem auxílio

  • Alimentação sem auxílio, exceto para cortar carne ou passar manteiga no pão.

  • Recebe assistência para se alimentar parcial ou totalmente, ou por sonda enteral ou parenteral.

Resultado: Index para atividades de vida diárias

INDEX AVDS: DESCRIÇÃO

A) INDEPENDENTE PARA TODAS AS ATIVIDADES

B) INDEPENDENTE PARA TODAS AS ATIVIDADES MENOS UMA

C) INDEPENDENTE PARA TODAS AS ATIVIDADES MENOS BANHO E MAIS UMA ADICIONAL

D) INDEPENDENTE PARA TODAS AS ATIVIDADES MENOS BANHO, VESTIR E MAIS UMA ADICIONAL

E) INDEPENDENTE PARA TODAS AS ATIVIDADES MENOS BANHEIRO, VESTIR, IR AO BANHEIRO E MAIS UMA ADICIONAL

F)INDEPENDENTE PARA TODAS AS ATIVIDADES MENOS BANHEIRO, VESTIR, IR AO BANHEIRO, TRANSFERÊNCIA E MAIS UMA ADICIONAL

G)DEPENDENTE PARA TODAS AS ATIVIDADES

 

OUTROS: DEPENDENTE PELO MENOS EM DUAS FUNÇÕES, MAS QUE NÃO SE CLASSIFICA NA C, D, E, F.

 

CONCLUSÃO:

Concluímos que esse parecer técnico sobre a assistência domiciliar  por prestação de serviços a empresas ou de forma direta com o cliente/paciente, deve-se aplicar esses testes periodicamente, desde a sua admissão e reavaliações mensais para aferição estatística do tratamento até a possibilidade de alta, estratificando sua funcionalidade e força muscular, para que possa melhorar o desempenho nas atividades de vida diária, respeitando a fisiopatologia do mesmo.

Referências:

  1. Basseda R, Sanjuán A; in Tratado de Geriatria para residentes - Sociedade Espanhola de Geriatria e Gerontologia. Instrumentos e Escalas de Avaliação, 771-89, 2006.

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  6. http://www.ans.gov.br/images/stories/noticias/pdf/20131021_ro2014_tabela%20procedimentos%20rol.pdf

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  8. http://hygeia.fsp.usp.br/sabe/Artigos/Indice_de_Katz_na_avaliacao_da_funcionalidade.pdf

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  20. http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/bde-32374

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  22. http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-742051

  23. http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-721016

  24. http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-695341

  25. http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-679601

 

 

 

Dra. Andréa Lavinas Ortman

Diretora Científica e Cultural AFIDERJ

 

 

 

 

Dr. Flávio Rodrigo dos Santos Faria

Presidente AFIDERJ

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